Fim do último semestre de jornalismo e da última etapa do curso: a Monografia. Após esse período de trabalho constante, já é possível comparar o antes e o depois da experiência acadêmica. Horas e mais horas dedicadas aos estudos práticos e teóricos, com a finalidade de preparar profissionais bem qualificados para o mercado de trabalho.
Durante esse longo trajeto, presenciamos e investigamos com mais afinco os fatos que assinalam os rastros da história humana neste planeta. Continuamos firmes durante a queda do diploma e não esmorecemos perante as incertezas do futuro da profissão no país. E como recompensa, ao contrário do que se pensava, o desejo por profissionais capacitados em academias não se esvaiu.
Aprendemos desde a ética jornalística até o fechamento de uma edição de um jornal, seja em TV, rádio ou impresso. Por meio das diversas ciências, aprendemos a usá-las em benefício da informação para que os leitores obtenham o maior número de dados em um menor espaço e tempo disponíveis. Discutimos a problemática dos diversos segmentos sociais e científicos para expandir nossos conceitos e, assim, entender o mundo de uma forma mais abrangente, sempre em benefício da qualidade da informação e suas múltiplas faces.
Em tempos onde a liberdade de expressão e de imprensa lutam para não serem engolidas pelo monopólio do poder, é necessário jornalistas formados sob as luzes das atividades empíricas e da busca contínua da evolução intelectual do ser humano. A renovação constante de conhecimentos e conceitos deve fazer parte da vida desses profissionais, assim como sua proximidade com as fontes de conhecimento.
O antes e o depois dessa jornada acadêmica se resumem a grande quantidade de conhecimento e especialização adquirida na área jornalística, visando o domínio e cumprimento efetivo das funções desempenhadas por tão importante profissão. O desconhecido e obscuro foi conquistado, abrindo as cortinas de novos desafios e fronteiras. É uma eterna busca pelo autoconhecimento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário