Fim do último semestre de jornalismo e da última etapa do curso: a Monografia. Após esse período de trabalho constante, já é possível comparar o antes e o depois da experiência acadêmica. Horas e mais horas dedicadas aos estudos práticos e teóricos, com a finalidade de preparar profissionais bem qualificados para o mercado de trabalho.
Durante esse longo trajeto, presenciamos e investigamos com mais afinco os fatos que assinalam os rastros da história humana neste planeta. Continuamos firmes durante a queda do diploma e não esmorecemos perante as incertezas do futuro da profissão no país. E como recompensa, ao contrário do que se pensava, o desejo por profissionais capacitados em academias não se esvaiu.
Aprendemos desde a ética jornalística até o fechamento de uma edição de um jornal, seja em TV, rádio ou impresso. Por meio das diversas ciências, aprendemos a usá-las em benefício da informação para que os leitores obtenham o maior número de dados em um menor espaço e tempo disponíveis. Discutimos a problemática dos diversos segmentos sociais e científicos para expandir nossos conceitos e, assim, entender o mundo de uma forma mais abrangente, sempre em benefício da qualidade da informação e suas múltiplas faces.
Em tempos onde a liberdade de expressão e de imprensa lutam para não serem engolidas pelo monopólio do poder, é necessário jornalistas formados sob as luzes das atividades empíricas e da busca contínua da evolução intelectual do ser humano. A renovação constante de conhecimentos e conceitos deve fazer parte da vida desses profissionais, assim como sua proximidade com as fontes de conhecimento.
O antes e o depois dessa jornada acadêmica se resumem a grande quantidade de conhecimento e especialização adquirida na área jornalística, visando o domínio e cumprimento efetivo das funções desempenhadas por tão importante profissão. O desconhecido e obscuro foi conquistado, abrindo as cortinas de novos desafios e fronteiras. É uma eterna busca pelo autoconhecimento.
Sejam bem-vindos!
terça-feira, 19 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
O retorno do Rock Gol
Ontem (4), o campo society do Show de Bola foi o palco onde rockeiros deixaram de lado baquetas, teclados, contrabaixos, microfones e guitarras para demonstrarem um pouco mais de suas habilidades esportivas em um dos eventos mais divertidos e já consagrados do gênero em Boa Vista: o Rock Gol. O próprio nome descreve bem o contexto do evento, que mais parece uma nova versão de Rock n Roll Racing – lembra? – o Rock n Roll Futball.No convite feito pelo organizador do evento, o baterista da banda Mr. Jungle, Jon Nelson, já se exaltava os risos e a excelente oportunidade para se tirar aquela velha barriga de cerveja, que assola boa parte dos músicos do estilo. No entanto, o baterista não contava com o fato de que, no mesmo lugar, vende-se cerveja e no fim do jogo já estavam vários ‘atletas’ matando a sede numa geladinha.
Às 22h, teve início a série de jogos que reuniram diversos representantes e amigos de bandas de rock da cidade. Logo no início, parecia que a galera não iria comparecer, porém, após a segunda partida, já havia cinco times disputando “olho por olho, dente por dente” a maior série de vitórias da noite. Alguns preferiram não arriscar suas canelas no combate e ficaram apenas na torcida – não sei se contra ou a favor – dando muitas risadas e cobrando mais efetividade nas jogadas. O tecladista Alexandre Dias da banda Supernova era um deles.
As partidas foram marcadas por muitas bolas isoladas e furos durante os chutes, o que gerava descontentamento e uma reação imediata dos torcedores presentes. Alguns goleiros, que faziam defesas espetaculares em certos momentos, decepcionavam em outros com frangos horripilantes em chutes desengonçados vindos do time adversário. Novamente, gritos e gargalhadas da torcida não incentivavam nenhum poucos os jogadores, que davam o máximo de si, mas não conseguiam muito êxito.
Os times estavam bem equilibrados, divididos entre pernas-de-pau e amadores. Alguns já mostravam algum jeito com a redondinha, enquanto para outros era mais quadradinha. Apesar da rivalidade, compunham os times integrantes variados, concretizando o ar de confraternização ao qual o evento se propõe a criar.
Ao todo, foram duas horas de partidas, sendo que aos 10 minutos muitos já demonstravam sinais de cansaço indo para a banheira ou para o gol. Durante esse período, onde a habilidade individual era necessária, os risos se tornaram mais intensos. Enquanto os artilheiros foram perdendo o rendimento, alguns gladiadores como João Nelore – vulgo - (Interceptor, Hábito Noturno e Motocycle), que não teve um início de partida espetacular, aos poucos foi se tornando uma espécie de zagueiro artilheiro, finalizando com quase cem por cento de aproveitamento (faltaram 80% para os 100%).
Assim, com muita irreverência e sem contundidos, aconteceu a primeira realização dessa nova fase do Rock Gol. A intenção é continuar com o evento todas as segundas no mesmo local e horário. Que os deuses do Rock protejam nossa integridade física das lambanças dos perebas, principalmente nossas mãos e cordas vocais.
Fonte da foto: http://www.asmilcamisas.com.br/2009/05/14/37-camisa-do-olimpo/
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